Debaixo daquele sobreiro
Minha pele cortiça velha
Vou buscando no tinteiro
O que minha alma espelha
Espelha magoa ás vezes ira
Outras raiva incontrolada
Sensações que ninguém tira
Que me matam pela calada
Se no Sobreiro nasci
No sobreiro eu finarei
Os ramos que eu subi
Desses ramos tombarei