sábado, 13 de junho de 2015

Debaixo daquele sobreiro Minha pele cortiça velha Vou buscando no tinteiro O que minha alma espelha Espelha magoa ás vezes ira Outras raiva incontrolada Sensações que ninguém tira Que me matam pela calada Se no Sobreiro nasci No sobreiro eu finarei Os ramos que eu subi Desses ramos tombarei

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